LIVRO TIBETANO DOS MORTOS

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LIVRO TIBETANO DOS MORTOS

R$ 39,00
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edição: 0
isbn13: 9788531503788
Número de páginas: 268
Peso: 0,32
Autor: EVANS-WENTZ, W. Y.
Editora: PEN - PENSAMENTO


Descrição

O Bardo Thodol, apropriadamente intitulado por seu organizador, W. Y. Evans-Wentz, O livro tibetano dos mortos, pertence a essa categoria de escritos que não interessam apenas aos estudiosos do Budismo Mahayana, mas também e especialmente - pelo fato de possuir um profundo humanismo e uma compreensão ainda mais profunda dos segredos da psique humana - ao leitor comum que procura ampliar seus conhecimentos da vida.\r\n\r\nDurante anos, desde que foi publicado pela primeira vez, o Bardo Thodol tem sido meu companheiro constante e a ele devo não apenas muitas idéias e descobertas estimulantes, mas também muitos esclarecimentos fundamentais. Ao contrário do livro egípcio dos mortos, que sempre nos induz a falar demais ou muito pouco, o Bardo Thodol nos oferece uma filosofia inteligível, endereçada a seres humanos, mais do que a deuses ou a selvagens primitivos. Sua filosofia contém a quintessência da crítica psicológica budista; nessa qualidade, podemos realmente dizer que ele é de uma superioridade sem par.\r\n\r\nO livro não é um cerimonial fúnebre, mas um conjunto de instruções para os mortos, um guia através dos cambiantes fenômenos do reino do Bardo, esse estado de existência que continua por 49 dias após a morte até a próxima reencarnação.\r\n\r\nO Bardo Thodol é, então, conforme observa igualmente o Dr. Evans-Wentz, um processo de iniciação cujo propósito é o de restaurar na alma a divindade que ela perdeu ao nascer. [ ... ] O livro descreve um caminho de iniciação em sentido inverso, a qual, diferentemente das expectativas escatológicas da Cristandade, prepara a alma para uma descida à existência física .\r\n\r\n \r\n\r\nEsse tratado dos mortos é tão detalhado e tão adaptado às aparentes modificações na condição do morto que qualquer leitor sério ver-se-á propenso a perguntar se esses velhos sábios lamas não teriam, afinal de contas, apreendido algo da quarta dimensão e levantado o véu de um dos maiores segredos da vida.